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Saint Cecilia - Foo Fighters

January 11, 2016

Foo Fighters, essa banda que todos aprendemos a amar e respeitar com o passar dos anos, nascidade em 1995, 1 ano após a morte traumática de Kurt Cobain, e sendo liderada pelo carismático ex baterista do Nirvana, Dave Grohl, lançou a pouco tempo o Saint Cecilia em homenagem às vítimas do atentado à França e declarou um hiato para a banda.
                “Saint Cecilia”, diferente do álbum Sonic Highway que continha todo um contexto para uma série de TV, é um album muito mais palatável. Além de estar disponibilizado gratuitamente pela internet, o álbum contém músicas que foram resgatadas, após terem sido esquecidas pela banda, o que não diminui a qualidade final do álbum.
                A faixa que abre o álbum também é a que o nomeia e, assim como “The Pretender” no aclamado “Echoes, Silence, Patience & Grace” de 2007, é uma abertura de extremo bom gosto da banda. A mistura entre um “quê” mais melódico e o punk, bastante influenciado pelo Hüsker Du, tem se tornado constante e bastante agradável.
                “Sean”, a segunda faixa do disco, poderia estar tranquilamente no primeiro CD da banda. Mais agitada e alegre, com guitarras mais “simples” e ar roqueiro, sem dúvida uma das músicas mais legais do CD.
                “Savior Breath” segue um conceito mais sujo de Rock, lembrando bastante Motorhead. Entra no mesmo pacote de White Limo, embora, talvez, mais bem trabalhada. Pode ser levada como uma homenagem de Grohl às suas raízes.
                “Iron Rooster” talvez seja a faixa mais fraca do CD. Com melodia arrastada, lembra bastante as faixas acústicas de “In Your Honor” ou mesmo as do “Echoes”.
                 “The Neverending Sigh” encerra o pequeno EP com um ar nostálgico de anos 90, logo, com chaves de ouro. Uma música mais agitada, com refrão agradável e melodia bastante apetecível.
                “Saint Cecilia” é um album que nos remete à várias fases da carreira do Foo Fighters e é, talvez pelo ar descompromissado, mais fácil de entender a mensagem que o “Sonic Highways”. Uma das melhores CDs que o Rock nos presenteou em 2015, um ano não muito bom para a ritmo em si.

 


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